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Retomada em “V” leva à falta de insumos

Valor Econômico 16/09/2020

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Aço plano tem alta de 26,4% nas vendas dos distribuidores em maio, diz Inda

Fator Brasil 25/06/2020

Mas, em comparação com o mesmo mês em 2019, segue abaixo 19,3%, mostra o Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda).

O Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda), afirmou no dia 23 de junho (terça-feira), que os distribuidores de aços planos do Brasil tiveram alta de 26,4% nas vendas e reduziram estoques em maio ante abril.

Mas, na comparação com maio de 2019, a queda foi de 22% nas vendas, somando 209,8 mil toneladas.

Compras — As compras do setor, responsável por cerca de um terço do consumo de aço produzido pelas usinas siderúrgicas do país, fecharam maio em alta de 10,8% perante abril, com volume total de 198,5 mil toneladas, contra 179,1 mil. Mas, frente a maio do ano passado — 246 mil toneladas — apresentou queda de 19,3%.

Vendas — As vendas de aços planos em maio contabilizaram alta de 26,4% quando comparada a abril, atingindo o montante de 209,8 toneladas contra 165,9 mil. Sobre o mesmo mês do ano passado, quando foram vendidas 269,1 mil toneladas, registrou queda de 22%. O setor fechou maio com estoque de 848,8 mil toneladas, queda de 1,3% sobre abril e equivalente a quatro meses de vendas.

Estoques — Em número absoluto, o estoque de maio obteve queda de 1,3% em relação ao mês anterior, atingindo o montante de 848,8 mil toneladas. O giro de estoque fechou em queda, com quatro meses.

Importações — “Chapas grossas, laminados a quente, laminados a frio, chapas zincadas a quente, chapas eletro - galvanizadas, chapas pré-pintadas e galvalume — encerraram o mês de maio com alta de 32% em relação ao mês anterior, com volume total de 74,8 mil toneladas. Comparando-se ao mesmo mês do ano anterior — 126,8 mil toneladas — as importações registraram queda de 41%.

Projeções — Para junho de 2020, a expectativa da rede associada é de que compra e venda pelos distribuidores tenham uma alta de 18% em relação a maio.

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CSN, Gerdau ou Usiminas? Para a Ágora, é melhor esquecer as três

Money Times 24/06/2020

A Ágora Investimentos não está muito positiva em relação às empresas do setor de siderurgia, de acordo com a análise enviado ao mercado nesta terça-feira (23).

Para a corretora, as expectativas são de melhora para o setor, já que em junho as vendas e compras das distribuidoras de aço devem aumentar 18%, o que implica em remessas de 248 mil toneladas ou seja, uma média diária de 11,8 mil toneladas, o que mostra que o pior já ficou para trás.

“As perspectivas para junho também são muito construtivas, já que o INDA espera que as vendas e compras registrem
apenas um dígito em declínio ante igual período do ano anterior, enquanto as medidas de bloqueio continuam a diminuir”, informaram os analistas Thiago Lofiego e Jose Cataldo.

Mas, na contramão da análise positiva da XP Investimentos para as ações da Gerdau (GGBR4) e da CSN (CSNA3), a Ágora acredita que após a recém alta de preços, as ações das siderúrgicas brasileiras já estam cotadas em uma trajetória significativa de recuperação de volume e preço em 2020/2021.

Sendo assim, Gerdau e Usiminas (USIM5) contam com recomendação neutra, enquanto a CSN passou para venda.

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Por que GOLL4, USIM5 e AZUL4 tiveram os melhores desempenhos do dia na Bolsa

O Estado de S. Paulo 24/06/2020

Usiminas (USIM5): 10,63%

Com alta de 10,63%, as ações da empresa tiveram o segundo melhor desempenho do dia e encerraram o pregão cotadas a R$ 7,70. As ações da siderúrgica avançaram impulsionadas pelos dados do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda) a respeito das vendas em maio. O setor siderúrgico registrou um aumento de 26,4% nas vendas no mês e reduziu os estoques na comparação com abril.

Em junho, as ações da empresa tem valorização de 25,20%, mas no ano a desvalorização acumulada é de 18,28%.

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Vendas de aços planos avançam 26,4% no Brasil

Diário do Comércio (MG) 24/06/2020

O mercado de aços planos parece ter começado a reagir em meio aos impactos do novo coronavírus (Covid-19) e das medidas de distanciamento social adotadas como forma de combate à doença.

As vendas pelas distribuidoras no País apresentaram alta de 26,4% em relação a abril, atingindo o montante de 209,8 mil toneladas. Sobre o mesmo mês do ano passado, porém, manteve a curva de declínio e apurou queda de 22%.

“Provavelmente o fundo do poço foi em abril”, constatou o presidente do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda), Carlos Loureiro, ao comentar os números. Segundo ele, o desempenho de junho deverá manter o ritmo e registrar estabilidade frente ao mesmo período de 2019 – o que diante do cenário é bastante positivo.

“As vendas de junho do ano passado foram bem ruins. Mas, de qualquer maneira, empatarmos já será razoável”, disse em alusão as 247,5 mil toneladas comercializadas pelas associadas do Instituto no sexto mês de 2019, o que representou alta de 21,9% no comparativo com o mesmo período de 2018. Sobre maio deste ano esperamos aumento de 18%

Assim, a entidade reviu, mais uma vez, as projeções para 2020. A expectativa no início do ano era de encerrar o exercício com crescimento de 5% tanto em vendas quanto em compras sobre 2019. Com o desempenho impactado pela pandemia, no mês passado, já se falou em uma queda de 25% das vendas, considerando uma possível recuperação do mercado no segundo semestre. Agora, a estimativa é de retração entre 10% e 15%.

“Não dá para pensar numa recuperação total do setor, apenas em diminuir os impactos. Crescimento só no ano que vem, pois 2020, definitivamente, será um ano negativo”, resumiu. Sobre as vendas de maio, Loureiro lembrou que foram puxadas pela demanda relacionada a construção civil.

Conforme o balanço, as compras do último mês registraram alta de 10,8% perante abril, com volume total de 198,5 mil toneladas sobre as 179,1 mil do mês anterior. Na comparação com maio do ano passado (246 mil toneladas), apresentou queda de 19,3%.

Assim, em número absoluto, o estoque de maio apresentou queda de 1,3% em relação ao mês anterior, atingindo o montante de 848,8 mil toneladas. E o giro de estoque fechou também em declínio, com 4 meses.

Importações – Por fim, as importações encerraram o quinto mês deste ano com alta de 32% em relação a abril, com volume total de 74,8 mil toneladas. Comparando-se à igual época de 2019, quando foram registradas 126,8 mil toneladas, as importações apuraram baixa de 41%.

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Venda de aço plano por distribuidores sobe em maio, mas segue abaixo de 2019, diz Inda

Reuters 24/06/2020

Distribuidores de aços planos do Brasil tiveram alta de 26,4% nas vendas e reduziram estoques em maio ante abril, afirmou nesta terça-feira a associação que representa o setor, Inda.

Na comparação com maio de 2019, porém, os distribuidores tiveram queda de 22% nas vendas, para 209,8 mil toneladas.

As compras do setor, responsável por cerca de um terço do consumo de aço produzido pelas usinas siderúrgicas do país, fecharam maio em alta de 10,8% na comparação mensal, para 198,5 mil toneladas. Mas o volume representa baixa de 19,3% ano a ano.

O setor fechou maio com estoque de 848,8 mil toneladas, queda de 1,3% sobre abril e equivalente a 4 meses de vendas.

Para este mês, o Inda espera que compra e venda de aço plano pelos distribuidores tenham alta de 18% em relação a maio.

Na semana passada, o IABr, que representa as produtoras de aço, afirmou que apesar do setor operar com só 51% da capacidade instalada, o desempenho de maio teve cenário menos pessimista que o previsto no início da epidemia da Covid-19. Os dados do setor indicaram queda no consumo de 27% no segundo trimestre, ante expectativa inicial de tombo de 40%.

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Cai venda de aço em maio

Valor Econômico 24/06/2020

As vendas de aço no mês de maio recuaram 22% no comparativo com o mesmo período do ano passado. Foram vendidas 209,8 mil toneladas. Os dados foram divulgados ontem pelo Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda). As compras de produtos siderúrgicos também caíram em maio. Segundo os dados, o volume foi de 198,5 mil toneladas, queda de 19%. As importações somaram 74,86 mil toneladas, recuo de 41% no comparativo com maio do ano passado. No acumulado do ano, a queda foi de 31,1%, para 361 mil toneladas. Conforme o Inda, os estoques chegaram a 848,8 mil toneladas, 7,2% de alta, suficientes para quatro meses de vendas.

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Vendas de aço pelos distribuidores têm queda anual de 22% em maio

Valor Econômico 24/06/2020

As vendas de aço em maio ficaram em 209,8 mil toneladas, uma queda de 22% no comparativo ao mesmo período do ano passado. Os dados foram divulgados nesta terça-feira pelo Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda).

Segundo os dados, ante abril as vendas de produtos siderúrgicos apresentaram alta de 26,4%. Naquele mês, foram vendidas 166 mil toneladas.

De acordo com o Inda, as compras de aço em maio apresentaram queda de 19,3%, para 198,5 mil toneladas, no comparativo com o mesmo mês de 2019. Em relação a abril, as compras tiveram uma elevação de 10,8%.

As importações também apresentaram recuo em maio. Segundo o levantamento, a queda em maio no comparativo ao mesmo mês de 2019 foi de 41%, passando de 126,81 mil toneladas para 74,86 mil toneladas. No acumulado do ano, a queda foi de 31,1%, para 361 mil toneladas.

Com esse desempenho, os estoques de produtos siderúrgicos chegaram a 848,8 mil toneladas, alta de 7,2%. Esse volume equivale a quatro meses de vendas, segundo o Inda.

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ArcelorMittal segue CSN e anuncia reajuste de 8% a 10% a partir de julho

Valor Econômico 22/06/2020

A siderúrgica ArcelorMittal anunciou hoje um aumento de 8% para os produtos revestidos e de 10% para os demais produtos a partir de 3 julho. O reajuste segue o anúncio de aumento de 10,5% feito pela Companhia Siderúrgica Nacional (CSN).

O movimento de reajuste da ArcelorMittal foi antecipado em entrevista publicada na quinta-feira pelo Valor com o presidente do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda), Carlos Loureiro, que informou que aumentos também são avaliados pela Usiminas.

A tendência de reajustes se justifica pelo prêmio ainda negativo em 10% em relação ao aço importado. Com os aumentos, passa a haver equiparação entre o aço nacional e o importado.

Em relatório, o Bradesco BBI elevou a recomendação da Usiminas de venda para neutra e melhorou as estimativas para as siderúrgicas brasileiras, considerando que o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) para essas companhias em 2020 e 2021 será 40% maior do que se previa anteriormente. Os preços-alvos de Usiminas, Metalúrgica Gerdau, Gerdau e CSN foram elevados.

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ArcelorMittal eleva preço

Valor Econômico 22/06/2020

A siderúrgica ArcelorMittal anunciou aumento de 8% para os produtos revestidos e de 10% para os demais produtos a partir de 3 julho. O reajuste segue o anúncio de aumento de 10,5% feito na sexta-feira pela Companhia Siderúrgica Nacional (CSN). O movimento da ArcelorMittal foi antecipado em entrevista publicada pelo Valor Pro com o presidente do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda), Carlos Loureiro, que informou que aumentos também são avaliados pela Usiminas. A tendência de reajustes se justifica pelo prêmio ainda negativo em 10% em relação ao aço importado. Com os aumentos, passa a haver equiparação entre o aço nacional e o importado.

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Siderúrgicas irão reajustar preços do aço entre 8% e 10,5% em julho

Diário do Comércio (MG) 22/06/2020

Para reduzir os prejuízos provocados pelo aumento dos custos, as siderúrgicas estão reajustando o preço do aço. De acordo com o presidente executivo do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda), Carlos Jorge Loureiro, a tendência é de um reajuste entre 8% e 10,5%, que começa a valer a partir de 1º de julho.

Loureiro explica que os anúncios dos reajustes já foram iniciados. O primeiro será o da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), que aumentará em 10,5% os valores do aço a partir de 1º de julho. O ajuste ocorre por conta da valorização do dólar e do preço do minério de ferro.

“A princípio, o reajuste ocorreria em junho, mas acho que tiveram dificuldades em relação ao mercado. Essa pequena reação vista por agora fez com que tomassem a decisão de aplicar o aumento em julho. Quando uma empresa anuncia, a tendência é que as demais sigam”, disse Loureiro.

Também já foi anunciado o reajuste da ArcelorMittal, que será aplicado a partir de 3 de julho. De acordo com Loureiro, a alta será de 10% nas chapas fina quente e fina frio e 8% nos revestidos galvanizados.

Em relação à Usiminas, ainda não foi divulgada uma posição final. “Sabemos que estão discutindo o aumento e deverão seguir a CSN e a ArcelorMittal. A empresa já alertou que terá aumento em julho, mas ainda não revelou o índice”.

Ainda segundo Loureiro, apesar do mercado retraído, os reajustes são necessários e têm espaço para sere implantados. Um dos motivos que permitem o aumento dos preços é a valorização do real frente ao dólar. Com a moeda norte americana cotada em torno de R$ 5,30, a importação de aço se torna inviável.

Além disso, as siderúrgicas estão com os custos de produção mais elevados. Desde março, quando ocorreu o último aumento nos preços do aço, os custos com carvão e minério já subiram em torno de 20%. Por isso, a elevação dos preços do aço vem para reduzir os prejuízos acumulados pelo setor.

O representante do Inda ressalta que os preços do carvão e do minério de ferro são dolarizados, o que causou um impacto nos custos das siderúrgicas. “Se a gente pegar do último aumento, ocorrido em março de 2020, até hoje, o custo com minério e carvão subiu mais de 20%. Então, há uma necessidade de aumento”.

De acordo com Loureiro, o que segura os aumentos de preços e faz com que as usinas tenham certas dificuldades de elevar os valores, primeiro, é a paridade internacional.

“Se subir muito os preços no mercado interno, abre-se espaço para que o material importado entre no mercado local e crie uma competição. Isso, hoje, não existe. Com o dólar a R$ 5,30 e o aumento dos custos no exterior, já que o aço teve uma recuperação de preços variando de 8% a 10%, com BQ na China saindo de US$ 390 para US$ 430, mais o frete, hoje, o material chegaria ao Brasil com valores de 13% a 14% acima do preço nacional. Então, não existe competição com os aumentos já anunciados”.

O segundo fator que segura o aumento dos preços é a disputa pelo market share. “Como o mercado apresentou uma queda muito grande, sentimos que as usinas estão, de certa maneira, respeitando uma disciplina de mercado. Estão em uma posição, devido ao mercado muito ruim, de não retirar pedidos dos concorrentes. Isso, também permite que se faça reajuste de preços encima de um mercado que continuará com a lucratividade ruim”, explicou.

Siderúrgicas – Procuradas pela reportagem, a Usiminas, a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e a ArcelorMittal disseram que não comentam as suas políticas de preços.

 

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Usiminas e ArcelorMittal devem seguir a CSN e reajustar preço do aço, diz Inda

Valor Econômico 19/06/2020

Depois do anúncio de aumento de 10,5% nos preços da tonelada do aço feito pela Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), outras siderúrgicas também devem promover reajustes nas próximas semanas.

Segundo o presidente do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda), Carlos Loureiro, já existe uma movimentação da Usiminas e da ArcelorMittal para promover esse aumento, também a partir de julho.

“Aumento de preço vem muito por necessidade das siderúrgicas em função da elevação dos custos. Usiminas e ArcelorMittal também devem anunciar alguma coisa nas próximas semanas. Acredito que deverá ser ao redor de 10% o reajuste de preços promovido por essas companhias”, disse Loureiro.

Mesmo com a demanda retraída, Loureiro acredita que esses aumentos devem ser repassados aos clientes. Isso porque, segundo ele, há uma pequena recuperação de alguns segmentos, como a construção civil, linha branca, implementos rodoviários e de máquinas agrícolas.

“Tirando o setor automotivo, os outros consumidores de aço melhoram um pouco. O consumo no mês de junho está um pouco melhor do que se imaginava. Claro que está pior comparando com o ano passado, mas ainda está melhor do que a estimativa”, afirmou.

Outro fator que deve corroborar esse reajuste é o preço do aço importado. Loureiro disse que o prêmio ainda está negativo em 10% e mesmo se ocorrer esse aumento, o preço do aço nacional se equipará ao importado. “Não incentiva a importação e o consumo de aço é inelástico, por isso acredito que as siderúrgicas conseguirão repassar esses aumentos”, ressaltou.

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Reajuste do aço

Valor Econômico 19/06/2020

Depois do anúncio de aumento de 10,5% nos preços da tonelada do aço feito pela CSN, outras siderúrgicas devem promover reajustes nas próximas semanas. Segundo o presidente do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda), Carlos Loureiro, já existe movimentação da Usiminas e da ArcelorMittal para promover esse aumento, também a partir de julho. “Aumento de preço vem muito por necessidade das siderúrgicas em função da elevação dos custos. Usiminas e ArcelorMittal também devem anunciar alguma coisa nas próximas semanas. Acredito que deverá ser ao redor de 10% o reajuste de preços promovido por essas companhias”, disse Loureiro.
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Venda de aços planos tem queda de 37,6% em abril, aponta Inda

Valor Econômico 20/05/2020

As vendas de aços planos caíram 37,6% em abril, no comparativo com o mesmo período de 2019. Foram vendidas no mercado interno para 165,9 mil toneladas, ante 266 mil toneladas em abril do ano anterior. Os dados foram divulgados nesta terça-feira pelo Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda).

No período, as compras de aços planos apresentaram queda de 20,8%, para 179,1 mil toneladas. No mesmo período de 2019, foram compradas 266,3 mil toneladas.

Com isso, o nível de estoque da rede distribuidora cresceu 7% em abril, chegando a 860,1 mil toneladas. Isso equivale a 5,2 meses de vendas. O normal, segundo o Inda, é em torno de 3 meses.

As importações de aços planos também apresentaram queda em abril. Foram importadas 56,54 mil toneladas, volume 37,9% menor que o mesmo período de 2019. No acumulado até abril, as importações somaram 286,14 mil toneladas, o que representa uma queda de 27,9%.
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Produção nacional de aço bruto tem queda de 7% no primeiro trimestre

Diário do Comércio (MG) 27/04/2020

A produção de aço bruto no Brasil caiu 7% no primeiro trimestre deste ano na comparação com o mesmo período de 2019, passando de 8,624 milhões de toneladas para 8,018 milhões de toneladas. Os dados foram divulgados pelo Instituto Aço Brasil (Aço Brasil).

Minas Gerais respondeu por 30,3% dessa produção, de janeiro a março (2,428 milhões). Em meio à crise provocada pela pandemia de coronavírus, o setor espera recuo histórico a partir deste mês.

O recuo verificado na produção de laminados foi de 2,6% na comparação entre o primeiro trimestre de 2020 com igual período do ano passado, saindo de 5,813 milhões de toneladas para 5,661 milhões de toneladas.

A diminuição da produção dos semiacabados para vendas, por sua vez, foi de 9,5% na mesma base de comparação, passando de 2,272 milhões de toneladas para 2,057 milhões de toneladas. Minas Gerais respondeu por 29,1% da produção dos laminados e semiacabados para vendas (2,246 milhões de toneladas).

Apesar da diminuição nos números, o setor ainda não chegou ao seu pior momento, de acordo com projeções de profissionais da área. O presidente do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda), Carlos Loureiro, ressalta que houve queda em março por causa das medidas de isolamento social adotadas para combater o novo coronavírus (Covid-19). Contudo, diz ele, os maiores reflexos deverão vir em abril e maio. “O segundo trimestre deverá ser muito ruim”, avalia.

Os dados do Aço Brasil também mostram que as vendas para o mercado interno no primeiro trimestre deste ano chegaram a 4,543 milhões de toneladas, o que representa queda de 0,7% em relação a igual período de 2019 (4,576 milhões de toneladas).

Já o consumo aparente reduziu 0,6% na mesma base de comparação, de 5,096 milhões de toneladas para 5,064 milhões de toneladas. As exportações no primeiro trimestre (3,248 milhões de toneladas) caíram 1,3% em relação a igual período de 2019 (3,292 milhões de toneladas). O recuo nas importações, por sua vez, foi de 15,4% (passando de 613 mil toneladas para 519 mil toneladas).

Março – Quando se avalia apenas março, mês em que as medidas de isolamento social foram adotadas no País, a produção de aço bruto no Brasil apresentou queda de 8,2% na comparação com igual período de 2019, reduzindo de 2,869 milhões de toneladas para 2,635 milhões de toneladas.

A queda na produção de laminados, por sua vez, foi de 10,7%, passando de 2,051 milhões de toneladas para 1,832 milhões de toneladas. O recuo nos semiacabados para vendas foi de 10%, saindo de 832 mil toneladas para 749 mil toneladas.

As vendas para o mercado interno reduziram 10,7%, passando de 1,648 milhões de toneladas para 1,471 milhões de toneladas. A queda no consumo aparente foi de 11,1% na mesma base de comparação (de 1,815 milhões de toneladas para 1,614 milhões de toneladas).

Já as exportações subiram 71,4%, saindo de 811 mil toneladas para 1,391 milhões de toneladas. As importações caíram 39,1%, de 233 mil toneladas para 142 mil toneladas.
Segundo Carlos Loureiro, o cenário, hoje, é de “desastre”. “Significa que estamos andando para trás. É algo impossível de imaginar que aconteceria dessa forma há poucos meses”, avalia.

Queda histórica – Em nota, o presidente do Aço Brasil, Marco Polo de Mello Lopes, afirma que “A indústria do aço enfrenta no momento uma profunda e severa crise de demanda, com a expectativa de queda de 50% nas vendas internas de aço este mês. Caso essa expectativa se confirme, o setor – que hoje opera com apenas 41% da capacidade instalada – pode ter as vendas de abril nos menores níveis desde 1995, recorde histórico”.

De acordo com ele, a indústria de transformação está em uma situação semelhante, “fruto das necessárias medidas de isolamento social tomadas para enfrentamento da Covid-19. A manutenção, entretanto, dessa situação pode levar a paralisação de fabricas e ao consequente aumento do desemprego. Sem descuidar da saúde e segurança da população, entendemos ser necessário o retorno gradual das atividades da economia para evitar crise social. A manutenção dos empregos no País precisa ser prioridade de todos”.

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Vendas de aço têm retração de 6,9% em março no País

Diário do Comércio (MG) 24/04/2020

As vendas de aço pelas distribuidoras no País tiveram uma queda de 6,8% no mês de março (265,3 mil toneladas) na comparação com fevereiro (284,6 mil toneladas). Em relação ao mesmo período do ano passado (312,9 mil toneladas), o recuo apresentado foi de 15,2%.

Os dados foram divulgados nessa quinta-feira (23) pelo Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda).

De acordo com o presidente da entidade, Carlos Loureiro, a baixa nos números tem uma grande influência da disseminação do novo coronavírus (Covid-19) e das medidas de isolamento social adotadas como forma de combate à doença.

“Até mais ou menos o dia 20 de março, as vendas vinham crescendo em relação a fevereiro, sendo que o aumento girava em torno de 10%. A partir do dia 20 de março, com o isolamento social, as vendas caíram fortemente”, destaca.

Os resultados, porém, tendem a recuar ainda mais em abril. Segundo Carlos Loureiro, a queda prevista é de cerca de 45% em relação a março devido à baixa na produção industrial, principalmente a automobilística. De acordo com ele, o único setor que atualmente está “mais ou menos” é o da construção civil.

E, apesar de dizer que as coisas ainda não estão muito claras em relação ao futuro, as projeções para o fechamento do primeiro semestre deste ano também já são bem negativas. “Devemos fechar este semestre com queda de 35% em relação ao mesmo período de 2019”, diz ele.

Além disso, caso haja uma recuperação do mercado, o presidente do Inda projeta mesmo assim uma queda de cerca de 25% das vendas do aço no País em 2020.

Preços – Mesmo com a diminuição da demanda, ainda não se fala em redução dos preços do produto, segundo Carlos Loureiro. “As usinas não estão fazendo nenhuma concessão especial de preço neste mês, apesar da queda muito grande. Não adianta baixar os preços, pois a venda está muito fraca”, salienta.

Mais números – Os dados do Inda também mostram que as compras de aço em março (272, 5 mil toneladas) apresentaram um recuo de 11% em relação a fevereiro (306,2 mil toneladas). Na comparação com igual período do ano passado (273,4 mil toneladas), a queda foi de 0,3%.

O estoque do mês passado apresentou crescimento de 0,9% em comparação a fevereiro, alcançando 846,9 mil toneladas. Já o giro dos estoques teve um fechamento com alta em 3,2 meses.

No que diz respeito às importações, o recuo foi de 9,6% em março numa comparação com o mês anterior, chegando a 58,5 mil toneladas. Na comparação com igual período de 2019 (122,9 mil toneladas), a queda foi de 52,4%.

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Vendas de aço pelas distribuidoras caem 15% em março, aponta Inda

Valor Econômico 24/04/2020

As vendas de aços pelos distribuidores no país caíram 15,2% em março no comparativo com o mesmo período do ano passado, ficando em 265,3 mil toneladas. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira pelo Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda).

Segundo o presidente do Inda, Carlos Loureiro, a queda foi maior últimos 15 dias de março, quando as medidas de isolamento social foram intensificadas. Para abril, Loureiro acredita que a queda deverá ser em torno de 45%.

“A venda diária até o dia 15 de março estava entre 10% e 15% acima do que se comercializava em fevereiro. Mas, depois, com a parada de produção de muitos clientes, isso se inverteu. Para abril e maio a estimativa é que a queda seja em torno de 45%”, afirmou o dirigente.

Loureiro ressaltou que em função da parada de produção de muitos clientes, principalmente da indústria automobilística, as vendas de aços planos no semestre deverão apresentar uma queda de 35%.

“O setor que caiu menos nesse período foi o de construção civil, por isso, acreditamos em um recuo de 35% nas vendas de janeiro a junho. Para o ano, se ocorrer uma recuperação do mercado, acreditamos que poderemos ter um declínio de 20% a 25% nas vendas de aço no país. Mas ainda é cedo para fazer estimativas. O cenário ainda é muito nebuloso”, afirmou.

As compras de aço em março, de acordo com os dados do Inda, somaram 272,5 mil toneladas, 0,3% abaixo do registrado no mesmo mês de 2019.

Loureiro ressaltou que no mês passado as importações de produtos siderúrgicos que ocorreram foram contratos fechados antes da pandemia. Com isso, as empresas importaram 52,4% a menos do que em março do ano passado. Foram importadas 58,56 mil toneladas. No trimestre, o recuo foi de 25%, para 229,6 mil toneladas. “Ninguém fechou nenhum contrato, é loucura. Não se tem certeza do comportamento do dólar e da demanda do mercado brasileiro. Acredito que os números devem cair ainda mais em abril e maio”, ressaltou.

Com a queda nas vendas e nas importações, os estoques da rede distribuidora devem fechar em abril com o equivalente a 5,8 meses de vendas, totalizando 843,7 mil toneladas. “Até março, estávamos com um ritmo normal de 3,2 meses em estoque, mas, com todo esse movimento, abril e maio serão meses mais difíceis”, disse Loureiro.

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Distribuidores de aço esperam queda de 45% em abril ante março

O Estado de São Paulo 24/04/2020

Os distribuidores de aço esperam uma queda de 45% nas compras e vendas em abril em relação a abril, segundo levantamento divulgado nesta quinta-feira, 23, pelo Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda). Em abril a demanda de aço caiu drasticamente, o que levou, inclusive, as usinas a decidirem pelo abafamento de fornos.

Em março, quando começaram as medidas de isolamento social no País, as compras caíram 11% em relação a fevereiro, com volume total de 272,5 mil toneladas.

Ante igual mês do ano passado, houve queda de 0,3%. Esses dados incluem os volumes de Chapas Grossas, Laminados a Quente, Laminados a Frio, Chapas Zincadas a Quente, Chapas Eletro-Galvanizadas, Chapas Pré-Pintadas e Galvalume.

Já as vendas de aços planos em março pela rede de distribuição contabilizaram queda de 6,8% na relação mensal, atingindo o montante de 265,3 toneladas. No comparativo anual o recuo foi de 15,2%, para 312,9 mil toneladas.

Com isso, o estoque de março obteve alta de 0,9% em relação ao mês anterior, atingindo o montante de 846,9 mil toneladas. O giro dos estoques fechou em alta com 3,2 meses.

As importações feitas pela rede encerraram março com baixa de 9,6% em relação ao mês anterior, com volume total de 58,5 mil toneladas. Comparando-se ao mesmo mês do ano anterior, as importações registraram queda de 52,4%.

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Venda de aço plano por distribuidores cai 8% em fevereiro sobre um ano antes

Reuters 25/03/2020

Distribuidores de aços planos do país tiveram queda de 8,1% nas vendas em fevereiro sobre o mesmo período do ano passado, para 284,6 mil toneladas, informou nesta quarta-feira a entidade que representa o setor, Inda.

Na comparação com janeiro, as vendas de fevereiro subiram 1,9%, segundo a entidade.

As compras de aço pelo setor subiram 27,9% na comparação anual em fevereiro e avançaram 3% frente a janeiro, para 306,2 mil toneladas.

Segundo o Inda, os estoques dos distribuidores, responsáveis por cerca de um terço das vendas das usinas siderúrgicas do país, encerraram fevereiro em 839,7 mil toneladas, um crescimento de 2,6% ante janeiro e volume equivalente a 3 meses de comercialização.

As importações de aço pelos distribuidores no mês passado desabaram 39% frente a janeiro e recuaram 31,2% na comparação anual, para 64,8 mil toneladas.

Apesar da crise desencadeada pelo coronavírus e seus impactos na indústria siderúrgica nacional, o Inda afirmou que espera que as compras e vendas de aço pelos distribuidores em março fiquem estáveis na comparação com fevereiro.

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Consumo de aço deverá ficar estável este ano, projeta Inda

Valor Econômico 25/03/2020

O presidente do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda), Carlos Loureiro, disse que o consumo aparente de aço neste ano deverá ficar estável. Isso porque, segundo ele, o primeiro semestre já foi comprometido com a parada da economia em função da pandemia do novo coronavírus no Brasil.

“Vínhamos em um bom ritmo em janeiro e fevereiro e até meados de março. Quando começaram as medidas de contenção do novo coronavírus, as compras deram uma parada. Em março, estimamos que será estável, mas abril com toda certeza terá uma queda. Com isso, se o consumo de aço for igual ao do ano passado, será até bom”, afirmou Loureiro. Segundo ele, a retomada no segundo semestre vai depender da capacidade de recuperação do setor industrial brasileiro.

“As montadoras todas pararam e com isso as autopeças também devem paralisar as operações.” Essa parada em vários clientes deve afetar até mesmo os reajustes previstos para abril. As siderúrgicas já preparavam aumentos de preços para o próximo mês. “Os aumentos que as siderúrgicas deram em março foram implementados, mas os reajustes de abril são uma incógnita. Não tem demanda para esse movimento”, disse Loureiro.

Em fevereiro, as compras de aços planos crescerem 27,9% em relação ao mesmo período do ano anterior. Segundo dados do Inda, os distribuidores compraram 306,8 mil toneladas de produtos siderúrgicos, ante 239,5 mil toneladas em igual período de 2019. As vendas caíram 8,1%, passando de 309,8 mil toneladas para 284,6 mil toneladas. Com isso, os estoques fecharam em alta de 2,6% no mês passado, alcançando o volume de 839,7 mil toneladas, o que representa três meses de vendas. As importações caíram 31,2%, saindo de 94,18 mil toneladas para 64,8 mil toneladas.

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Segundo o Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço, siderúrgicas sofrerão impacto da pandemia em abril

Click Petróleo e Gás 24/03/2020

As consequências econômicas decorrentes da pandemia do coronavírus chegarão nas siderúrgicas mais adiante, segundo o presidente executivo do Instituto Nacional do Distribuidores de Aço (Inda), Carlos Loureiro.

Para os próximos meses, a demanda por aço deverá cair com a parada de produção de grandes clientes como as montadoras e fabricantes de linha branca.

De acordo com o presidente, “Não dá para sabermos o tamanho dessa queda, mas ela virá. A partir de abril, acontecendo a evolução esperada da pandemia, a demanda por aço vai cair, só não sabemos quanto”.

Em Volta Redonda, no Rio de Janeiro, a usina da companhia CSN continua produzindo com os altos-fornos trabalhando normalmente. A diferença está nas medidas de segurança adotadas com os funcionários, para inibir a transmissão do vírus. Tais medidas estão sendo discutidas em comitês, criados em cada unidade.

O presidente do Inda disse que os reajustes de preços propostos pelas siderúrgicas não devem ser implementados justamente pela falta de demanda.

De acordo com o Valor, A CSN e a Usiminas haviam informado a intenção de promover aumentos de preços em torno de 10% em março e abril, em função da alta dos custos com a escalada do câmbio neste mês.

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Impacto da pandemia nas siderúrgicas deverá chegar em abril, diz Inda

Valor Econômico 20/03/2020

As siderúrgicas brasileiras deverão sentir o impacto econômico provocado pela pandemia do novo coronavírus mais adiante. Segundo o presidente executivo do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda), Carlos Loureiro, nos próximos meses a demanda por aço deverá cair com a parada de produção de grandes clientes como as montadoras e fabricantes de linha branca.

“Não dá para sabermos o tamanho dessa queda, mas ela virá. A partir de abril, acontecendo a evolução esperada da pandemia, a demanda por aço vai cair, só não sabemos quanto.”

Na CSN, por exemplo, os altos-fornos estão trabalhando normalmente. A usina de Volta Redonda (RJ) continua produzindo e a siderúrgica adotou medidas de segurança para inibir a transmissão do vírus. Uma delas, segundo uma fonte da siderúrgica, é o escalonamento no refeitório para não haver aglomerações no local no horário de almoço.

A companhia criou ainda um comitê de crise em cada unidade para avaliar as medidas segurança corretas a serem tomadas para manter os empregados em segurança.

Quanto aos reajustes propostos pelas siderúrgicas para os próximos meses, Loureiro, do Inda, disse que não devem ser implementados justamente por falta de demanda, mesmo com o prêmio negativo frente o importado.

A CSN e a Usiminas haviam informado a intenção de promover aumentos de preços em torno de 10% em março e abril, em função da alta dos custos com a escalada do câmbio neste mês.

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Consumo de aço deve sofrer com a parada de clientes

Valor Econômico 20/03/2020

As siderúrgicas brasileiras devem sentir o impacto econômico provocado pela pandemia do coronavírus mais adiante. Segundo o presidente executivo do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda), Carlos Loureiro, nos próximos meses a demanda por aço deverá cair com a parada de produção de grandes clientes, como as montadoras de automóveis e fabricantes de linha branca.

As montadoras americanas, General Motors e Ford paralisaram as operações na América do Sul. A Mercedes-Benz e Scania, fabricantes de veículos pesados, também anunciaram férias coletivas em suas fábricas. Já a alemã Volkswagen informou que avalia a parada de produção.

“Não dá para sabermos o tamanho dessa queda, mas ela virá. A partir de abril, acontecendo a evolução esperada da pandemia, a demanda por aço vai cair, só não sabemos quanto”, disse Loureiro.

Na CSN os altos-fornos ainda estão trabalhando normalmente. A usina de Volta Redonda (RJ) continua produzindo e a siderúrgica adotou medidas de segurança para inibir a transmissão do novo coronavírus, segundo informação. Uma delas, segundo uma fonte da siderúrgica, é o escalonamento no refeitório para não haver aglomerações no local no horário de almoço. Além disso, a siderúrgica cancelou todas as viagens tanto nacionais quanto internacionais e adotou reuniões por teleconferência, mesmo dentro da usina de Volta Redonda.

A companhia criou, ainda, um comitê de crise em cada unidade para avaliar as medidas de segurança corretas a serem tomadas para manter os empregados saudáveis. A empresa, no entanto, não adotou o trabalho remoto como forma de prevenir a contaminação pelo novo coronavírus.

Já a Gerdau informou que está seguindo todas as orientações de prevenção ao coronavírus divulgadas pelos órgãos de saúde competentes nos países em que opera. Segundo comunicado da companhia, empresa adotou uma série de medidas para mitigar o risco de transmissão nos locais de trabalho, como a instalação de comitês de crise, recomendação de home office, o cancelamento de viagens nacionais e internacionais e a participação em eventos externos. “A Gerdau reforça, ainda, que a saúde e a segurança das pessoas são valores inegociáveis para a empresa.” A produção na siderúrgica segue, ainda, em plena atividade, conforme a empresa.

Sobre reajustes de preços propostos pelas siderúrgicas para os próximos meses, Loureiro, do Inda, disse que não devem ser implementados justamente por falta de demanda, mesmo com prêmio negativo frente o importado devido ao dólar. “Além da indústria, construção civil também está sendo afetada pela crise. Alguns empreendimentos podem sofrer atrasos e isso vai chegar nas encomendas.”

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Distribuidoras de aço registram vendas maiores

Diário do Comércio (MG) 19/02/2020

As vendas dos distribuidores de aços planos avançaram 10,4% em janeiro na comparação com dezembro e 5,3% sobre igual mês do ano anterior, chegando a 279,4 mil toneladas comercializadas no primeiro mês de 2020. Assim, apesar de algumas incertezas quanto ao mercado internacional e os efeitos da epidemia de coronavírus na China, as projeções do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda) para este exercício seguem mantidas para um crescimento de 5% sobre 2019.

“Estamos falando apenas do primeiro mês do ano e, embora a enfermidade cause preocupações quanto ao fornecimento de componentes para o setor automotivo, caso haja alguma queda na produção, por falta das peças, esperamos que o volume seja recomposto logo em seguida, a partir de outras medidas”, disse o presidente do Inda, Carlos Loureiro.

Segundo ele, a apreensão se deve em função de alguns atrasos na entrega dos equipamentos por parte de fornecedores chineses. “Se não conseguirem regularizar a entrega até o final do mês, algumas empresas começarão a ter problemas na produção e buscar novos fornecedores demandaria ainda mais tempo. Já estivemos mais preocupados, mas ainda existe algum receio. Há estoques e temos que esperar para ver como o setor e o mercado vão reagir”, ponderou.

Em relação aos preços dos aços planos para a rede de distribuição, Loureiro voltou a afirmar que além dos reajustes praticados pelas usinas entre o fim de dezembro e janeiro, na ordem de 10%, novos preços estão previstos também para as próximas semanas.

“Já anunciaram novos aumentos, a Usiminas (Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais) e a CSN (Companhia Siderúrgica Nacional), movimento que deverá ser acompanhado pelas demais. Isso tem ocorrido porque a elevação praticada não foi suficiente para recompor o prêmio, em virtude tanto da valorização do preço no mercado internacional, como da taxa de câmbio”, explicou.

Também de acordo com os dados do Inda, as compras das distribuidoras totalizaram 297,3 mil toneladas no primeiro mês de 2020. Na comparação com dezembro houve alta de 2,1% e frente a janeiro do ano passado foi registrado incremento de 2,6%.

Assim, em número absoluto, o estoque do mês passado aumentou 2,2% em relação ao mês anterior, atingindo o montante de 818,1 mil toneladas. E o giro dos estoques fechou em baixa com 2,9 meses.

Comércio exterior – Já as importações encerraram o mês de janeiro com alta de 97,6% em relação ao mês anterior, com volume total de 106,2 mil toneladas. Comparando-se ao mesmo mês do ano anterior a alta foi de 19,6%. Loureiro ressaltou que o incremento nos volumes importados foi pontual e não preocupa, justamente pela briga das usinas em relação aos preços, uma vez que o prêmio continua negativo, mesmo depois dos últimos reajustes.

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Vendas de aços planos registram aumento de 9,6% no Brasil em 2019

Diário do Comércio (MG) 22/01/2020

As vendas de aços planos no mercado brasileiro fecharam 2019 com alta de 9,6% e as compras com aumento de 1,4% sobre o ano anterior, com a antecipação em razão de reajuste de preços na passagem para 2020. Para este exercício, a projeção do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda) é de crescimento de 5% nas compras e nas vendas frente ao período anterior. A entidade também prevê novo reajuste nos próximos meses.

As informações são do presidente do Inda, Carlos Loureiro. Segundo ele, somente em dezembro, as vendas de aço pelos distribuidores aumentaram 34,2%, chegando a 253,2 mil toneladas contra 188,6 mil toneladas registradas no último mês de 2018. Com isso, no ano, o volume somou 3,39 milhões de toneladas.

“O aumento aconteceu em virtude da antecipação de compras por diversos setores. O aumento no preço anunciado pelas usinas no final do ano provocou uma corrida por parte dos clientes para recomposição dos estoques”, explicou.

Sobre os preços dos aços planos para a rede de distribuição, Loureiro disse que, além dos reajustes praticados pelas usinas entre o fim de dezembro e este mês, na ordem de 10%, novos preços estão previstos também para o começo de março. “As empresas já estão falando em novo aumento, justamente porque a elevação praticada não foi suficiente para recompor o prêmio, em virtude tanto da valorização do preço no mercado internacional, como da taxa de câmbio”, adiantou.

Um ponto que ainda impede os reajustes, porém, conforme o dirigente, é a disputa entre as siderúrgicas quanto ao market share. “A escalada dos preços vai depender da disciplina das usinas quanto às brigas por participação. Pois, no início do ano passado, o mercado foi surpreendido quanto a essa oscilação dos preços”, completou.

Ainda de acordo com os dados do Inda, as compras das distribuidoras totalizaram 3,17 milhões de toneladas no decorrer do ano passado. Somente no mês de dezembro, foram 291,2 mil toneladas sobre as 196,9 mil toneladas do mesmo período de 2018, representando alta de 47,9% entre os meses.

Importações – Já a importação de aço chegou a 1,09 milhão de toneladas em 2019, o que representou queda de 8,9% ante 2018. Em dezembro, foram importadas 53,76 mil toneladas, recuo de 43,3% em relação as 94,8 mil toneladas de igual mês do ano anterior.

Para Loureiro, a queda observada nas importações nos últimos meses de 2019 deverá ser mantida também no início de 2020, justamente pela briga das usinas em relação aos preços. “A briga por mercado é que está sustentando os preços e não as importações”, reiterou.

Assim, em número absoluto, o estoque de dezembro obteve alta em relação ao mês anterior, atingindo o montante de 800,2 mil toneladas, e o giro dos estoques fechou em crescimento com 3,2 meses.

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Vendas e compras de aço da rede de distribuição sobem em dezembro, diz Inda

O Estado de S. Paulo 22/01/2020

A rede de distribuição comprou nas siderúrgicas em dezembro 291,2 mil toneladas de aço plano, alta de 47,9% em relação ao mesmo mês do ano passado, segundo dados do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda). Ante novembro, o aumento foi de 4%. O levantamento do Inda inclui os dados de seus associados e incluem chapas grossas, laminados a quente, laminados a frio, chapas zincadas, chapas eletro-galvanizadas, chapas pré-pintadas e galvalume.

Já as vendas dos distribuidores chegaram em 253,2 mil toneladas no mês passado, crescimento de 34,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. Ante novembro, contudo, houve queda de 13,7%.

Com isso, os estoques da rede subiram e atingiram 800,2 mil toneladas, com um giro de 3,2 meses.

As importações em dezembro caíram 43,3%, para 53,7 mil toneladas na relação anual. Na comparação com o mês imediatamente anterior houve alta de 10,4%.

Para janeiro em relação a dezembro, a expectativa do Inda é de aumento das vendas em 10%. O volume comprado, contudo, deve se manter.

Mais projeções

O Inda projeta que as vendas de aço da rede cresçam 5% este ano, para 3,56 milhões de toneladas. O impulso deverá vir, segundo o presidente da entidade, Carlos Loureiro, do setor automotivo e da construção civil.

As vendas da rede de distribuição em 2019 somaram 3,392 milhões de toneladas, aumento de 9,6% em relação ao volume de 2018.

O bom resultado foi impulsionado pelas fortes vendas em dezembro.

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Compras de aço por distribuidores fecham 2019 com alta de 1,4%

Valor Econômico 22/01/2020

As compras de aço das siderúrgicas pelos distribuidores cresceram 47,9% em dezembro de 2019, para 291,2 mil toneladas, na comparação com o mesmo mês do ano anterior. Em todo o ano de 2019, porém, a alta foi de apenas 1,4%, para 3,17 milhões de toneladas. Os dados foram divulgados nesta terça-feira pelo Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda).

Segundo o Inda, as vendas de aço pelos distribuidores aumentaram 34,2% em dezembro, para 253,2 mil toneladas. No ano todo, o crescimento foi de 9,6% ante 2018, para 3,39 milhões de toneladas.

O presidente executivo do Inda, Carlos Loureiro, disse que o volume vendido de aço no ano passado chegou aos níveis de 2014. “Isso aconteceu muito pela antecipação de compras em razão do aumento no preço anunciado pelas usinas no final do ano. Os clientes tiveram que recompor os seus estoques”, disse.

Loureiro afirmou, ainda, que em março deverá haver outro reajuste nos preços de aço por parte das usinas.

Segundo ele, a Usiminas informou ontem (20) que deverá aumentar os seus preços em 10%.

“Vai ser mais um aumento e acreditamos que tenha espaço para isso. O reajuste no final do ano foi todo implementado”, disse.

A importação de aço, segundo os dados do Inda, chegou a 1,09 milhão de toneladas no ano passado, o que representou queda de 8,9% ante 2018. Em dezembro, foram importadas 53,76 mil toneladas, recuo de 43,3%.

“O que vem sustentando o preço das usinas é justamente a briga por mercado e não as importações. E acreditamos que, em janeiro e fevereiro, as importações serão baixas, como em novembro e dezembro”, afirmou o presidente do Inda.

Os estoques, de acordo com o Inda, fecharam o ano com 800,2 mil toneladas, o que representou um giro de 3,2 meses.

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Estoque de aço fecha em 2,6 meses, o menor em 10 anos

Valor Econômico 18/12/2019

O ano de 2019 está terminando para o mercado distribuidor de aços planos com um estoque muito baixo. Novembro, segundo dados do Instituto Nacional de Distribuidores de Aço (Inda), findou com o menor giro de estoque dos últimos 10 anos, 2,6 meses. O presidente executivo da entidade, Carlos Loureiro, disse que no mês passado o montante era de 772,1 mil toneladas.

“O normal é um giro de estoque de três meses. Há muito tempo não se via um número tão baixo. As importações estão em queda e, com a reação do mercado, os volumes estocados nas usinas estão menores”, disse Loureiro.

Até novembro foram importados 1,03 milhão de tonelada, o que representou queda de 5,9% no comparativo com o mesmo período do ano passado, quando se importou 1,10 milhão de tonelada de aços planos. Somente em novembro, as importações de aços planos somaram 48,7 mil toneladas. Esse volume, no entanto, representa uma queda de 45,8% em relação ao mesmo mês do ano passado.

“Nos próximos dois a três meses os volumes importados de aços planos devem continuar baixos. Isso mostra que existe espaço para aumento de preços no mercado brasileiro”, afirmou o presidente da entidade.

Loureiro acredita que os reajustes anunciados pelas siderúrgicas no início de dezembro, para 2020, devem ser implantados em sua totalidade. Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e Gerdau já anunciaram aumentos médios de 10% para aços planos em janeiro. A Usiminas, que havia informado inicialmente a intenção de elevar os preços em 5%, já revisou também esse percentual e deve seguir as concorrentes, apurou o Valor.

Esse espaço de aumento de preços, segundo o dirigente, é em razão da melhora, mesmo que tímida do mercado nacional. As vendas, de acordo com os dados do Inda, somaram 3,13 milhões de toneladas de janeiro a novembro, alta de 8% em relação ao mesmo período de 2018. Já as vendas de aços planos chegaram a 293,2 mil toneladas no mês passado, o que representou alta de 11.8% no comparativo com novembro do ano passado. A média diária de vendas foi de 14,7 mil toneladas.

Já as compras de aços planos somaram 2,96 milhões de toneladas no acumulado do ano. Um pequeno aumento de 0,8% no comparativo com janeiro a novembro de 2018, quando se comprou 2,93 milhões de toneladas. Em novembro, as compras de aços planos apresentam alta de 3,6% no comparativo ao mesmo período do ano passado. O volume comprado no período chegou a 280 mil toneladas.

De acordo com dados do Inda, o maior volume das compras no acumulado foi de produtos laminados a quente, que chegou a 1,51 milhão de toneladas, evolução de 4,2% no período. A maior alta nas compras foi de chapa grossa, com 5,5% de variação e 243,9 mil toneladas. A maior queda foi nas compras de laminados a frio, 6%, que passou de 535,3 mil toneladas para 503,2 mil toneladas no acumulado.

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Compras de aço por distribuidores têm alta anual de 3,6% em novembro

Valor Econômico 18/12/2019

As compras de aços planos apresentaram alta de 3,6% em novembro no comparativo com o mesmo período do ano passado, para 280 mil toneladas.

Os dados foram divulgados nesta terça-feira pelo Instituto Nacional de Distribuidores de Aço (Inda). As vendas de aços planos pelas distribuidoras chegaram a 293,2 mil toneladas no mês passado, o que representou alta de 11,8% ante novembro de 2018.  

As importações de aços planos somaram 48,7 mil toneladas em novembro. Esse volume representa uma queda de 45,8% em relação ao mesmo mês do ano passado.

Com isso, os estoques de aços planos fecharam em novembro em 772,1 mil toneladas e o giro aumentou para 2,6 meses.

Para dezembro, pela expectativa do Inda, as vendas de aço devem apresentar queda de 30% em relação ao mês anterior.  

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Compras de aço têm alta anual de 4,9% em outubro, aponta Inda

Valor Econômico 21/11/2019

As compras de aços planos chegaram a 299 mil toneladas em outubro, o que equivale a uma alta de 4,9% em relação ao mesmo mês do ano passado, segundo dados divulgados nesta terça-feira pelo Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda).

Em outubro de 2018, os distribuidores compraram das siderúrgicas 285,1 mil toneladas de produtos, de acordo com o Inda.

As vendas das distribuidoras em outubro registraram alta de 18,3% no comparativo anual, passando de 268,3 mil toneladas para 317,7 mil toneladas de aços planos.

A parte dessas vendas no mercado doméstico foi abastecida por aço importado. As importações de aço alcançaram 125,9 mil toneladas em outubro, crescimento de 157,9% no comparativo com o mesmo mês de 2018, quando foram importadas 48,8 mil toneladas de produtos siderúrgicos.

No mês passado, os distribuidores tinham um estoque de 698,8 mil toneladas de aço, o que representou uma queda em relação a setembro. Segundo o Inda, o giro dos estoques fechou em baixa em relação a outubro do ano passado, com 2,2 meses.

Para novembro, o Inda estima que a compra de aço tenha uma queda de 7% em relação ao mês de outubro, e as vendas, um recuo de 15% no período.

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Compras pela rede de distribuição em setembro somam 245,1 mil t de aço, diz Inda

O Estado de S. Paulo 23/10/2019

As compras de aço plano pela rede de distribuição em setembro registram leve alta de 0,3% em relação ao mesmo período do ano passado, para 245,1 mil toneladas, de acordo com dados do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda). Em relação ao período imediatamente anterior, houve queda de 12,4%.

O número considera os volumes de chapas grossas, laminados a quente, laminados a frio, chapas zincadas a quente, chapas eletro-galvanizadas, chapas pré-printadas e galvalume.

Já as vendas dos distribuidores registraram alta de 12,5% em setembro na relação anual, para 290 mil toneladas. Ante agosto, foi registrado crescimento de 3,6%.

Com isso, o estoque de aço detido pela rede atingiu 717,6 mil toneladas em setembro. O giro de estoques foi a 2,5 meses, ante 2,7 meses em agosto.

As importações de aço caíram 23,5% mês passado, para 86,9 mil toneladas, segundo dados do Inda. Ante agosto, houve recuo de 3,2%.

Para outubro, a previsão da entidade é de aumento das compras em 8% e das vendas em 5% ante o anotado em setembro.

Projeções

A retomada da demanda por aço no Brasil deverá começar a ser observada a partir do primeiro semestre do ano que vem, muito por conta da expectativa de melhora dos números da construção civil e do setor automotivo, disse o presidente do Inda, Carlos Loureiro.

Segundo o executivo, a atual taxa de juros hoje em 5,5% e caminhando para cortes adicionais deverá levar a uma retomada da economia, puxando, dessa forma, o consumo aparente de aço no País.

De janeiro a setembro o consumo aparente de aço no Brasil registra queda de 2,8%. Loureiro estima que no ano que vem o consumo aparente tem potencial de crescer 4%.

O Inda trabalha neste ano com um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) entre 0,8% e 1%.

Prêmio

O diferencial de preço do aço nacional em relação ao importado nacionalizado, o chamado prêmio, está hoje negativo em 8%, o que na teoria abriria espaço para aumento de preços, o que não vem ocorrendo, segundo Loureiro, pela briga das usinas por market share.

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Inda aponta alta de 0,3% em compras de produtos siderúrgicos em setembro

Valor Econômico 23/10/2019

As compras de produtos siderúrgicos pelos distribuidores nacionais subiram 0,3% em setembro, para 245,1 mil toneladas, ante o mesmo mês do ano passado. No acumulado de 2019, foram compradas 2,3 milhões de toneladas, o que representou queda de 3,1%. Os dados foram divulgados nesta terça-feira pelo Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda).

As vendas de produtos siderúrgicos pela rede distribuidora alcançaram 290 mil toneladas em setembro, alta de 12,5%. No acumulado do ano, foram vendidas 2,52 milhões de toneladas de aço, um aumento de 6,5% no comparativo com o mesmo período do ano passado.

A média das vendas diárias em setembro foi de 13,8 mil toneladas, com 21 dias de negócios. Em agosto, a média alcançou 12,7 mil toneladas, com 22 dias de vendas.

Com esse desempenho em setembro, os estoques de produtos siderúrgicos atingem 717,6 mil toneladas, o que equivale a 2,5 meses de vendas, de acordo com o Inda.

As importações também apresentaram recuo no mês passado. Pelos dados, foram importadas 86,91 mil toneladas de aços planos em setembro, queda de 23,5%. No acumulado, o recuo foi de 10,5%, para 862,53 mil toneladas de aços planos.

Para outubro, a estimativa do Inda é que as compras de produtos siderúrgicos alcancem 264,7 mil toneladas. As vendas devem chegar a 304,5 mil toneladas. Com isso, os estoques em outubro devem girar em 677,4 mil toneladas de aço, o que representará 2,2 meses de consumo.

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Para alinhar preço ao importado, siderúrgicas vão sustar descontos

Valor Econômico 25/09/2019

As fabricantes de aço plano no país vão realinhar seus preços aos patamares do último reajuste, efetivado no início de abril, a partir de 1º de outubro. Desde então, com a demanda fraca no mercado brasileiro, as empresas vinham concedendo descontos aos seus clientes porque não conseguiram emplacar os percentuais definidos, informou ontem ao Valor o presidente do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda), Carlos Loureiro.

Na época, a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), Usiminas, Gerdau e ArcelorMittal aplicaram reajustes de preços entre 10% e 15% em seus produtos. As novas tabelas foram enviadas aos setores de distribuição, linha branca, máquinas e equipamentos, construção e de autopeças.

O aumento de preços não se sustentou junto aos clientes porque a demanda de aço ficou abaixo do esperado devido ao enfraquecimento da economia. O consumo aparente de aço neste ano, que já teve a projeção do início do ano revisada para baixo pelo Instituto Aço Brasil, pode ficar no zero a zero. No máximo subir 1%.

Nas últimas semanas, com a alta verificada no câmbio - valorização do dólar frente ao real -, o prêmio do produto importado internado atingiu 10% em relação ao nacional. Isso estimulou as siderúrgicas a retirar gradualmente os descontos até o fim do mês.

Com as montadoras de automóveis, os reajustes são anuais. O novo aumento, a partir de janeiro de 2020, começou a ser negociado neste mês entre as usinas de aços planos e empresas automotivas.

Conforme o Inda divulgou ontem, as vendas de aços planos no mercado interno em agosto recuaram 6,4% na comparação com mesmo mês do ano passado. O volume comercializado na rede atingiu 279,9 mil toneladas. Um ano atrás foram 299,2 mil toneladas. Já no acumulado do ano, foi registrado aumento de 5,7%, com comercialização de 2,238 mil toneladas.

As distribuidoras decidiram fazer menos pedidos no mês devido à fraca demanda no país. O volume adquirido nas usinas caiu 6,8%, para 279,7 mil toneladas, ante agosto de 2018. De janeiro a agosto, foram 2,06 milhões de toneladas, 3,5% de retração em comparação com igual período.

O giro dos estoques na rede ficou em 2,7 meses de vendas - 762,5 mil toneladas. Em agosto de 2018 passava de três meses, com 920 mil toneladas.

Conforme o Inda, as importações de aços planos somaram 89,8 mil toneladas no mês passado, queda de 9,5% na base anual. De janeiro a agosto, a entrada de material estrangeiro totalizou 775,6 mil toneladas, retração de 8,8% sobre igual período de 2018.

Em agosto, 37% do aço importado veio da Rússia, seguida por China, com 26,4%, Áustria, 14,3% e Coreia do Sul, 8%, entre outros. No acumulado, incluindo placas, a China liderou com 53,2%%. Rússia e Coreia do Sul vieram a seguir com 19% e 6,6%, respectivamente.

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Venda de aço plano por distribuidores recua 6,4% em agosto sobre um ano antes, diz Inda

Reuters 25/09/2019

Distribuidores de aço plano do Brasil tiveram queda de 6,4% nas vendas de agosto sobre o mesmo período do ano passado, para 280 mil toneladas, informou nesta terça-feira a entidade que representa o segmento, Inda.

Na comparação com julho, as vendas recuaram 2,8%.

Segundo a entidade, os estoques do segmento que representa cerca de 30% do consumo de aço do país encerraram o mês passado em 762,5 mil toneladas, estável sobre julho. Este volume é equivalente a 2,7 meses de vendas.

Com o desempenho de agosto, o Inda espera que as vendas de setembro fiquem estáveis em relação a agosto.

As compras de aço pelos distribuidores em agosto, enquanto isso, subiram 1,1% ante julho, mas caíram 6,8% no comparativo anual, a 279,7 mil toneladas. A expectativa do Inda para as compras do segmento em setembro é também de estabilidade.

Na semana passada, a entidade que representa as usinas siderúrgicas, IABr, informou queda de 13,4% na produção de aço bruto de agosto sobre um ano antes, a 2,52 milhões de toneladas. As vendas no mercado interno recuaram 7,2%, a 1,61 milhão de toneladas.

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Compras da rede de distribuição de aço caem 6,8% em agosto, diz Inda

O Estado de S. Paulo 25/09/2019

As compras da rede de distribuição de aço em agosto caíram 6,8% em relação ao mesmo período do ano passado para 279,7 mil toneladas, de acordo com dados do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda). Em relação ao período imediatamente anterior, houve aumento de 1,1%.

Já as vendas dos distribuidores registraram queda de 6,4% em agosto na relação anual, para 280 mil toneladas. Ante julho, foi registrada queda de 2,8%.

Com isso, o estoque de aço detido pela rede atingiu 762,5 mil toneladas em agosto, estável em relação ao mês imediatamente anterior. O giro de estoques foi a 2,7 meses, ante 2,6 meses em julho.

As importações de aço caíram 9,5% mês passado, para 89,8 mil toneladas, segundo dados do Inda. Ante julho, houve recuo de 7,6%. Para setembro, a previsão da entidade prevê volumes de compras e vendas pela rede estáveis em relação a agosto.

Previsões

A previsão de crescimento da venda de aço neste ano pela rede de distribuição caiu pela metade, de 10% para 5%, segundo divulgou o Inda. De janeiro a agosto as vendas aumentaram 5,7% em relação ao ano passado.

O presidente do Inda, Carlos Loureiro, afirmou que ainda não observa melhora dos níveis de investimento no Brasil dada a elevada capacidade ociosa do setor industrial. "A demanda é puxada mesmo pela infraestrutura", disse.

Por outro lado, a melhoria da construção civil, com os lançamentos que começam a surgir, deve começar a demandar aço no médio prazo. Uma melhoria do setor, contudo, é apenas prevista a partir do segundo trimestre do ano que vem, com alguma melhora dos investimentos no mercado interno.

Realinhamento de preços

As siderúrgicas brasileiras Gerdau, CSN e Usiminas já anunciaram um "realinhamento" de preços para a rede de distribuição em torno de 10% que deve entrar em vigor a partir da primeira semana de outubro, disse Loureiro. O anúncio da ArcelorMittal é aguardado para esta terça-feira, disse o executivo.

Segundo ele, esse ajuste vem sendo classificado como um "realinhamento" porque, na prática, é uma nova tentativa de reajuste, visto que o aumento anunciado para julho pelas usinas não foi implementado.

O executivo disse ainda que esse aumento ocorre na esteira da valorização do dólar em relação ao real, fato que levou o prêmio do aço nacional em relação ao importado ficar negativo em cerca de 10%.

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Compra da rede de distribuição de aço cai 2,7% em julho ante julho/2018, diz Inda

O Estado de S. Paulo 21/08/2019

As compras da rede de distribuição de aço em julho caíram 2,7% em relação ao mesmo período do ano passado para 276,6 mil toneladas, de acordo com dados do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda). Em relação ao período imediatamente anterior, contudo, houve aumento foi de 20,2%.

Já as vendas dos distribuidores registraram alta de 4,3% em julho na relação anual, para 288 mil toneladas. Ante junho, foi registrado crescimento de 16,4%.

Com isso, o estoque de aço detido pela rede atingiu 762,7 mil toneladas, recuo de 1,5% ante o observado no mês imediatamente anterior. O giro de estoques foi a 2,6 meses.

As importações de aço caíram 12,7% mês passado, para 97,2 mil toneladas, segundo dados do Inda. Ante junho, houve aumento de 50,2%.

Para agosto, a previsão da entidade prevê volumes de compras e vendas pela rede estáveis em relação a julho.

Preços

As siderúrgicas não conseguiram implementar o aumento de preços anunciado para julho, de cerca de 10%, diante de uma atividade econômica anêmica no Brasil e pela maior competição entre as siderúrgicas, disse o presidente do Inda, Carlos Loureiro.

Loureiro destaca que o consumo de aço é inelástico e que apesar do aumento do preço da matéria-prima e valorização do dólar em relação ao real, as siderúrgicas estão com receio de aumentar os preços por conta do ambiente competitivo. "Elas estão brigando por market share em um momento em que deveriam ter disciplina", disse.

Segundo o executivo do Inda, com o dólar em R$ 4,07 o prêmio do aço nacional em relação ao importado é hoje negativo.

Loureiro frisa que a produção no Brasil neste ano deve encerrar em queda, já que as usinas estão reduzindo volumes por não encontrarem rentabilidade nas vendas.

O executivo disse que as siderúrgicas chegaram a sondar a distribuição sobre uma nova tentativa de aumento de preços, mas que até o momento nenhuma siderúrgica tomou a iniciativa.

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Venda de aço plano em junho foi de 247,5 mil t, alta de 21,9% na comparação anual

O Estado de S. Paulo 29/07/2019

As vendas de aço plano em junho recuaram 8% na comparação com maio, de 269,1 mil toneladas para 247,5 mil toneladas, informou nesta sexta-feira, 26, o Instituto Nacional de Distribuidores de Aço (Inda). Na comparação anual, entretanto, as vendas em junho representaram alta de 21,9%.

Enquanto isso, as compras em junho totalizaram 230,1 mil toneladas, queda de 6,5% ante maio e recuo de 15% na comparação com junho de 2018, para 270,8 mil toneladas adquiridas pelos associados da entidade.

Já os estoques em junho sofreram queda de 2,2% frente a maio. No mês, os estoques atingiram o montante de 774,2 mil toneladas. O giro fechou em 3,1 meses.

Importação

A importação de aço pelos associados do Inda recuou 48,9% em junho na comparação com maio, com volume total de 64,7 mil toneladas. No ano, a queda foi de 49,6%.

Comercialização

A compra e venda de aço dos associados do Inda deve crescer 8% em julho deste ano na comparação com junho. Em junho, a venda totalizou 247,5 mil toneladas, enquanto a compra de aço fechou com volume de 230,1 mil toneladas, conforme números da entidade.

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Vendas de aços planos sobem 21,9% em junho, diz Inda

Valor Econômico 29/07/2019

O Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda), informou nesta sexta-feira que as vendas de aço em junho chegaram a 247,5 mil toneladas, o que representou alta de 21,9% no comparativo com o mesmo período do ano passado. 

Já as compras pelos distribuidores somaram 230,1 mil toneladas, queda de 15% em relação a junho de 2018.

As importações de aço também apresentaram queda de 49,6% em junho no comparativo à mesma base do ano passado. Foram importadas 64,7 mil toneladas ante 128,4 mil toneladas.

Com isso, os estoques ficaram em 774,2 mil toneladas, o que representa 3,1 meses de giro, segundo dados do Inda.

A entidade estima que a compra e venda de aço devem crescer em torno de 8% em julho.

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Cotas nos EUA melhoram preço do aço exportado brasileiro

DCI 24/06/2019

Apesar de ter prejudicado o mercado para os aços acabados brasileiros, a imposição de cotas pelos Estados Unidos no âmbito da Seção 232 valorizou o preço do metal no mundo e isso teve impactos positivos nos balanços das siderúrgicas no segundo trimestre.

O presidente executivo do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda), Carlos Jorge Loureiro, afirma que o novo cenário, que parecia catastrófico no começo, acabou tendo seu lado bom para o negócio de siderurgia no Brasil. “O preço do aço nos EUA subiu mais de 40% depois da implementação da 232. Os preços de venda aumentaram e as siderúrgicas no mundo inteiro estão apresentando balanços positivos.”

Este efeito paradoxal de uma medida que visa a proteger o mercado norte-americano atacando os principais produtores de aço do mundo, tem como raiz o fato de que as siderúrgicas dos EUA não conseguem suprir toda a demanda do país, de modo que as indústrias locais seguem comprando do exterior apesar das tarifas.

Em março deste ano, o presidente norte-americano, Donald Trump, elevou as taxas de importação do aço em 25% e do alumínio em 10% amparado pela seção 232 da lei comercial de seu país, segundo a qual é possível impor tarifas unilateralmente sob a justificativa de proteção da segurança nacional. A medida não era usada há 17 anos, mas na década de 1980 ficou famosa por restringir a importação de petróleo e derivados do Irã e da Líbia.

Ficaram de fora dessas novas tarifas o Brasil, a Coreia do Sul e a Argentina, para os quais foram estabelecidas salvaguardas menos radicais. No caso brasileiro, foram criadas cotas máximas para a exportação de aço baseadas na média do volume exportado nos últimos três anos.

Loureiro entende que, apesar da limitação, as siderúrgicas brasileiras estão embarcando dentro da normalidade e a preços melhores que no passado. “A placa brasileira não tem o imposto de 25%, então chega ao país com maior competitividade. Há problemas filosóficos [com a medida de Trump], mas a 232 pode até ter evitado uma queda de preço”, opina.

O executivo atribuiu em parte a isso o bom desempenho das companhias brasileiras do setor no segundo trimestre. Nos três meses de abril a junho, duas das principais siderúrgicas brasileiras, CSN e Gerdau, apresentaram resultados melhores que o esperado. A CSN reverteu o prejuízo de R$ 639,9 milhões no mesmo período do ano passado e lucrou R$ 1,19 bilhão. Já a Gerdau teve lucro líquido de R$ 698,3 milhões, contra R$ 76,5 milhões no segundo trimestre de 2017.

Em termos de exportações, a CSN vendeu 15% a mais na base anual, com 74 mil toneladas de aço exportadas. A Gerdau, por sua vez, exportou 25,1% a menos em volume, foram 382 mil toneladas, mas ganhou 13,3% em reais, recebendo R$ 867 milhões pelas exportações.

De acordo com o presidente do Inda, é normal que as empresas ganhem mais dinheiro mesmo quando exportam menos porque o “spread” do setor aumentou. “Há dois custos básicos para o aço: 1,6 toneladas de minério e 0,6 toneladas de carvão. Como o preço do minério e do carvão estão mais baixos, a relação aumentou. E isso define o que é ganhar mais ou menos. As usinas estão passando por um spread muito maior que no passado.”

Nem tão bom assim

Apesar dos números positivos, o presidente executivo do Instituto Aço Brasil (IABr), Marco Polo de Mello Lopes, destaca que considera uma “visão simplista” dizer que o Brasil foi beneficiado pelas cotas às exportações de aço. Para ele, por mais que o prejuízo não tenha atingido o segmento de semiacabados (como blocos e placas), que de fato, terá um resultado melhor, houve um impacto muito negativo nos acabados (como tubos, planos e longos).

“Temos que lembrar que o americano pegou a média de 2015, 2016 e 2017 para as cotas. Em 2017 nossas exportações caíram só 7% no semiacabado, mas para o acabado foi aplicado um redutor de 30%. Não dá para tachar que está resolvendo.”

Lopes lembra que um dos motivos que fizeram os EUA olharem para o caso brasileiro com um sentimento mais favorável que aos demais países do mundo foi a característica do aço brasileiro que chega ao país. “Perto de 80% do que exportamos para os EUA são semiacabados que são usados pela própria siderurgia dos EUA, então é uma exportação complementar”, ressalta. Os acabados, por outro lado, competem com o que é feito pela indústria norte-americana e, terão condições ainda piores agora.

Diante deste cenário, o presidente do IABr espera que as exportações das siderúrgicas brasileiras caiam 0,6% em 2018. No primeiro semestre já houve uma queda, pelo menos em volume, nas exportações de aço. Foram 4,434 milhões de toneladas nos semiacabados – retração de 7,4% – e 1,263 milhão de toneladas nos aços planos - baixa de 18,6%.

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Retomada industrial deve beneficiar setor de aço

DCI 24/06/2019

A melhora esperada para a atividade industrial em 2019 deve beneficiar o setor siderúrgico, mas não será suficiente para recuperar as perdas dos últimos anos. A ociosidade da indústria brasileira ainda impede investimentos em expansão de capacidade.

“Acreditamos que a atividade cresce no ano que vem, mas deve levar pelo menos dois anos para o mercado de aço chegar ao patamar de 2013”, declarou o presidente executivo do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda), Carlos Jorge Loureiro, em coletiva de imprensa nesta terça-feira (18). A entidade estima crescimento de 10% nas vendas do setor em 2019.

O diretor de pesquisa econômica da Pezco, Helcio Takeda, avalia que atualmente não há investimento suficiente em bens de capital para recompor a queda que ocorreu no período de crise. “Percebemos um aumento da confiança na recuperação da economia, mas a magnitude ainda é bastante aquém do necessário para repor as perdas.” Ele destaca que ainda não há investimentos em expansão de capacidade, mas uma recomposição de equipamentos depreciados. “Há uma ociosidade na economia que posterga investimentos mais expressivos.”

Takeda aponta que a indústria siderúrgica vem apresentando uma recuperação desde o final de 2017, bastante influenciada pelo desempenho do setor automotivo.

De acordo com Loureiro, duas montadoras aceitaram o repasse de preço de 25% das usinas. “O setor automotivo passou o ano inteiro sem reajustes no aço, mas agora teve que aceitar este aumento. De qualquer forma, isso deve melhorar o resultado das usinas.”

A estimativa é de que a rede de distribuição de aços planos feche 2018 com melhora por volta de 7% nas compras e de 5,7% nas vendas. “O setor de máquinas e equipamentos, especialmente linha amarela, foi muito bem”, conta o dirigente. “O automotivo acabou sofrendo pela queda na exportação, mas deve ter um crescimento notável no ano que vem.” Para 2019, o dirigente prevê mais estabilidade no segmento. “Não vemos nenhuma grande variação em relação a dólar e preços”, ressalta.

O giro de estoques de novembro alcançou 3,6 meses. “Está um pouco alto ainda, o ideal é 3,2 meses”, explica Loureiro. Já a importação de aços planos no acumulado de janeiro a novembro totalizou 1,128 milhão de toneladas, uma queda de -2,7% em relação ao igual período do ano passado.

Construção civil

O presidente do Inda acredita que a construção civil deve ter um impacto positivo para o setor de aço em 2019. “Em outubro, houve uma melhora das vendas no mercado imobiliário. Está ocorrendo uma recuperação.” Ele prevê que o consumo da matéria-prima deve ocorrer no 2º semestre, após a concretização dessas vendas.

Takeda destaca que o desempenho da construção civil vai depender da melhora da economia brasileira. “Já está apresentando um crescimento, talvez a lei dos distratos seja importante para manter essa recuperação.” Ele pontua que esse movimento pode impactar a demanda por aços longos. “Consolidaria o avanço do setor como um todo, o que não ocorreu em 2018.”

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Queda no preço internacional do aço cria risco de alta das importações

DCI 24/06/2019

A queda nas cotações internacionais e a maior estabilidade cambial no Brasil devem exercer pressão para o recuo dos preços de aços planos no mercado doméstico para evitar o avanço das importações.

“Estamos observando estabilidade e até uma ligeira queda na cotação internacional. Por isso, é possível que ocorra um ajuste de preços, para evitar que o mercado doméstico seja inundado por importações”, avalia o analista da Tendências Consultoria, Felipe Beraldi.

De acordo com o presidente executivo do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda), Carlos Jorge Loureiro, atualmente o setor trabalha com dólar no patamar máximo de R$ 3,75. “Nesse nível, ninguém fala em aumento. Se cair para R$ 3,60, pode subir o prêmio e as usinas teriam que baixar os preços”, declarou o dirigente em coletiva de imprensa nesta terça-feira (22).

A entidade informou que a atual diferença entre os preços de aço produzidos no Brasil e o importado, conhecida como prêmio, está em 15%. “Esse nível já preocupa as usinas e os importadores estão tentando prever se o dólar irá seguir em queda”, assinala Loureiro.

O dirigente explicou que a China estabilizou os preços e os Estados Unidos apresentaram queda. “Estava muito distorcido, causado pelas restrições e impostos, e gerou reclamações da indústria automotiva norte-americana. Acredito que tenha espaço para cair ainda mais.”

A ausência de aumento de preços em um horizonte próximo ajudou a reduzir o ritmo de vendas no Brasil em dezembro. “Ocorreu um movimento de postergar a compra, esperando uma redução de preço. É possível que esse reajuste aconteça, mas não é uma garantia”, destaca Loureiro.

Beraldi ressalta que os possíveis efeitos das ações da China, maior produtor global de aço, para segurar a desaceleração econômica do país geram dúvidas sobre as cotações. A queda da demanda interna tem impedido reajustes nos valores do insumo. “Isso cria incerteza para as matérias-primas em 2019.”

Expectativas

O Inda estima crescimento de 10% nas vendas em 2019. “Desde 2017, é observada uma melhora da demanda doméstica por aço, condicionada pelos aços planos”, aponta Beraldi. “Isso é puxado especialmente pelo setor automotivo. Em 2019, o consumo deve seguir em crescimento, ajudado por uma melhora na produção de bens de capital.”

Loureiro condiciona o avanço de 10% ao crescimento de 3% do PIB nacional. “O primeiro trimestre deve ser negativo, pois esse período foi muito bom em 2018”, aponta. “Mas o nível deve voltar ao de novembro e crescer 40%, após um resultado fraco em dezembro.” No último mês do ano passado, os estoques somaram 5 meses, número considerado elevado.

Em 2018, o setor fechou com crescimento de 4,2% nas vendas, atingindo 3,094 milhões de toneladas. “Foi abaixo da expectativa, imaginávamos ficar acima de 5%”, aponta o dirigente. As compras apresentaram incremento de 5,4% sobre 2017, totalizando 3,133 milhões de toneladas.

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Compra de aço sobe, mas futuro é nebuloso

O Estado de S. Paulo 24/06/2019

Graças sobretudo ao crescimento da produção de veículos, a compra de aço em maio registrou alta de 8,7% em relação a abril, segundo os últimos dados divulgados pelo Instituto Nacional de Distribuidores de Aço (Inda). Apesar disso, há preocupação no setor com a desaceleração cada vez mais sensível das vendas para o mercado argentino de veículos e outros bens manufaturados que utilizam aço, de tal modo que o presidente do Inda, Carlos Loureiro, chega a estimar uma redução de 15% na venda e compra de sua rede associada em junho em comparação com maio.

Quanto aos aços planos, as vendas aumentaram 1,2% em maio em confronto com o mês anterior, alcançando 269,1 mil toneladas. A alta em maio foi ainda mais expressiva (9,6%), se confrontado o período de janeiro a maio deste ano com os mesmos meses de 2018, quando o movimento foi gravemente prejudicado pela greve dos caminhoneiros.

Chama a atenção o alto volume de importações, que em maio apresentou um crescimento de 39,3% em relação a abril, atingindo um total de 126,8 mil toneladas. Na comparação anual, a alta foi de 14,7%.

Esses dados vêm confirmar análises que indicam que a indústria siderúrgica instalada no País tem enfrentado grandes dificuldades para manter-se a competitiva, tanto no mercado nacional como internacional, em face dos custos maiores com minério de ferro, cuja oferta foi afetada após o desastre da mina de Brumadinho, e também pelo preços do carvão, que não devem baixar em futuro próximo.

Até determinado ponto, as siderúrgicas refrearam aumentos de preços diante de uma demanda muito fraca, mas essa política não poderia ser mantida a mais largo prazo. Prova disso, segundo Carlos Loureiro, “é que as indústrias já se preparam para decretar uma alta a partir de 1.º de julho”. O reajuste previsto deve ficar na faixa de 4% a 10%.

Os estoques de minério de ferro vêm caindo nas siderúrgicas, justamente para conter custos e evitar remarcação de preço, mas essa situação deve durar pouco. O Inda informa que a baixa dos estoques é proporcionalmente muito maior nos portos chineses. Embora a China tenha outras opções de abastecimento, o que se espera é que recorra mais ao minério brasileiro, o que significará uma nova puxada nos preços. Isso vem agravar o ambiente de incerteza no setor.

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Siderurgia: Preferimos ações da Gerdau a Usiminas e CSN, diz Bradesco BBI

Money Times 19/06/2019

O Bradesco BBI publicou relatório nesta terça-feira (18) sobre o setor siderúrgico, no qual avalia as perspectivas para as ações de Gerdau (GGBR4), Usiminas (USIM5) e CSN (CSNA3) em relação aos dados divulgados pelo INDA (Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço).

Os analistas Thiago Loflego e José Cataldo destacam a projeção do instituto de que haverá queda de 15% nas vendas e compras de distribuidores de aços planos em junho.

“Embora as vendas de aços planos tenham mantido sua tendência positiva de crescimento na comparação anual, os números de maio foram distorcidos pelo impacto da greve dos caminhoneiros em 2018”, avalia a instituição financeira.

Demanda doméstica preocupa

Neste sentido, os analistas enxergam “fraqueza na demanda doméstica de aços planos”, com continuidade da diminuição dos estoques no canal de distribuição. “Mantemos nossa visão mais cautelosa sobre os nomes de aço nacional”, pondera o Bradesco BBI.

Em meio ao panorama de desaceleração, o banco lista recomendação neutra para as ações de Usiminas (USIM5) e CSN (CSNA3) e posta recomendação de compra para os papeis da Gerdau (GGBR4), com preços-alvo de R$ 11,00; R$ 17,00 e R$ 22,00 – respectivamente.

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Vale avalia construir porto e ferrovia no Pará para possível expansão de Serra Sul

Reuters 19/06/2019

A mineradora Vale considera construir ferrovia e porto no Pará para atender possível expansão da capacidade de produção de Carajás Serra Sul, para 150 milhões de toneladas por ano, afirmou a empresa em uma apresentação publicada nesta terça-feira.

A ferrovia em avaliação teria 400 quilômetros e iria conectar a Estrada de Ferro Carajás (EFC) ao Porto da Vila do Conde.

Segundo a empresa, a medida poderia contribuir com o "desengargalamento" do Porto de Ponta da Madeira, no Maranhão, por onde a Vale hoje escoa o minério de sua maior mina.

A empresa havia informado, há cerca de um mês, que estava avaliando dobrar a produção na Serra Sul de Carajás, no Pará, onde está a mina gigante S11D, em Canaã dos Carajás (PA), após 2020, para 150 milhões de toneladas de minério de ferro por ano.

Hoje a companhia produz em Serra Sul apenas no S11D, que entrou em operação comercial em janeiro de 2017 e ainda está em fase de desenvolvimento. Outras áreas geológicas podem ser exploradas na região.

A possibilidade de expandir as atividades ao Norte do Brasil ocorre enquanto a mineradora tem diversas operações paralisadas em Minas Gerais, em meio a uma revisão de segurança devido ao rompimento fatal de uma barragem de rejeitos de mineração em Brumadinho (MG), em 25 de janeiro.

O anúncio ocorre ainda quase um mês após a assinatura de um memorando de entendimentos com o grupo China Communications Construction Company (CCCC) para a instalação de uma laminadora de aço em Marabá, um dos pontos por onde passa a EFC, com investimento de 450 milhões de dólares.

Na ocasião, as empresas não explicaram de onde viria o aço a ser utilizado pela laminadora, e o presidente do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda), Carlos Loureiro, afirmou em entrevista acreditar que o projeto precisaria exportar a partir de infraestrutura de minério da Vale.

A Vale não deixou claro nesta terça-feira, no entanto, se a nova ferrovia que está sendo considerada também poderia atender a possível laminadora para trazer aço e exportar o produto acabado.

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Compras de aço em maio fecharam em alta de 8,7% ante abril, diz Inda

O Estado de S. Paulo 19/06/2019

A compra de aço no mês de maio registrou alta de 8,7% na comparação com abril, com volume total de 246 mil toneladas. Na comparação anual, a compra representou alta de 9,6%. Os números foram divulgados nesta terça-feira, 18, pelo Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda).

Conforme o instituto as vendas de aços planos em maio contabilizaram alta de 1,2% na comparação com abril, atingindo o montante de 269,1 mil toneladas. Sobre o mesmo mês do ano passado, quando foram vendidas 203 mil toneladas, a alta foi de 32,6%, sobretudo pro causa da comparação com o período da greve dos caminhoneiros, no ano passado.

Já os estoques dos associados da Inda sofreram queda de 2,8% em relação ao mês anterior, para 791 mil toneladas. O giro dos estoques caiu, fechando em 2,9 vezes.

Enquanto isso, as importações encerraram o mês de maio com alta de 39,3% em relação ao mês anterior, com volume total de 126,8 mil toneladas. Na comparação anual, a alta foi de 14,7%.

O presidente Inda, Carlos Loureiro, afirmou que a estimativa para junho é de que sua rede associada reduza em 15% suas vendas e compras na comparação com o mês imediatamente anterior.

Segundo Loureiro, tal cenário se dá diante de um mercado ainda fraco, sobretudo frente ao recuo forte nas exportações de automóveis.

Preços

As usinas brasileiras estão firmes em elevar os preços do aço no início de julho, afirmou Loureiro, ao destacar que nada o leva a crer que os custos com minério de ferro e carvão devam cair em um horizonte próximo. Apesar disso, ele destacou que o mês de julho será difícil para se aplicar tais aumentos.

“As usinas estão falando muito firme que saem com aumento no dia 1º de julho. CSN tinha divulgado aumento no dia 1º de junho e readequou para 1º de julho, diante de uma dificuldade de implantação. Usiminas também fala de aumento em 1º de julho. Todas falam em aumento de um dígito. Já a Arcelor diz que está com aumento no pipeline”, disse ele.

Questionado, Loureiro afirmou que o reajuste estimado está na casa de 5% a 10%. Ele explicou que algumas companhias tiveram de postergar os aumentos, mesmo diante de um cenário favorável para o ajuste, isso por causa do mercado interno enfraquecido. “Os preços lá fora levariam a crer que a gente teria uma manutenção até uma subida dos preços, na medida em que você está tendo o minério muito firme nesse US$ 110/t. Há especialistas achando que ele pode crescer até mais”, disse.

Segundo Loureiro, o minério tende a continuar subindo na medida em que os estoques dos portos chineses, que já estão caindo, atingirem níveis críticos. “Daqui a pouco você vai ter realmente alta de minério. Os estoques estão caindo muito. Você tem o minério australiano, mas ele é muito pior do que o minério brasileiro. Quando minério brasileiro voltar a faltar mais forte, vamos ver o preço do minério subir”, disse.

Mesmo com o cenário, Loureiro explicou que julho será um mês difícil para se aplicar tais aumentos. “O que impulsionaria um novo aumento em meados de abril era justamente a ausência de prêmio. Na hora que você tem o mercado lá fora caindo mais que US$ 30 para a bobina e, por outro lado, o dólar foi de R$ 4,10 para R$ 3,85, isso passa do que era um prêmio zero para algo perto de 10%”, explicou. “Eu diria que vai ser uma luta aumentar. Se for, vai ser muito menos do que se imaginava e o mercado é que vai dizer se passa ou não passa”.

Carlos Loureiro lembrou, entretanto, que um dado que pode favorecer o ajuste é o anúncio de parada em diversos altos-fornos. “A parada da CSN, para julho e agosto, vai gerar um recuo na oferta. Aço Minas também tem uma parada. Há um volume grande de paradas nesse trimestre que vão gerar menor produção”, disse, destacando a parada também da Arcelor, mas que deve ter efeito maior sobre as exportações.

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Compra e venda de aço sobem em maio e estoques recuam, aponta Inda

Valor Econômico 19/06/2019

Os distribuidores de aço no país compraram 246 mil toneladas do produto em maio, volume 9,6% maior que o apurado no mesmo mês de 2018. Com relação a abril, a alta nas compras de aço em maio foi de 8,7%. Os dados foram divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Distribuidores de Aço (Inda).

No acumulado até maio, foram compradas 1,285 milhão toneladas de aço, volume estável no comparativo com o mesmo período de 2018. A maior parte das compras, de acordo com os dados do Inda, foi de laminados a quente, com 642,7 mil toneladas. Em seguida aparecem os zincados, com 318 mil toneladas no acumulado.

As vendas, segundo o Inda, chegaram a 269,1 mil toneladas, alta de 32,6% no comparativo com o mesmo período do ano passado, quando os distribuidores venderam 203 mil toneladas de aço. Considerando os 22 dias úteis do mês, foram contabilizadas 12,2 mil toneladas de vendas/dia. Com 21 dias em abril, de acordo com o Inda, foram vendidas 12,7 mil toneladas/dia.

No acumulado do ano até maio, as vendas somaram 1,42 milhão de toneladas, o que representou um aumento de 15,3% em relação aos cinco primeiros meses de 2018.

Os estoques em maio fecharam em 791 mil toneladas, o que representa 2,9 meses de consumo. Há um ano, o giro era de 947,3 mil toneladas em estoque, o que correspondia a 4,7 meses.

De acordo com o Inda, a estimativa de estoque em junho é de 771,4 mil toneladas e 3,4 meses. As compras devem somar 209,1 mil toneladas, e as vendas, 228,7 mil toneladas de aço.

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Vendas de aços planos crescem 18,1% em abril

Valor Econômico 22/05/2019

As vendas de aços planos pelos distribuidores brasileiros apresentaram alta de 18,1% em abril no comparativo com o mesmo mês do ano passado. Foram comercializadas 266 mil toneladas de aço. Os dados foram divulgados hoje pelo Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda).

Com relação a março, de acordo com os dados do Inda, a comercialização de aço caiu 17,2%. Naquele mês, foram vendidos 312,9 mil toneladas de aço.

Já as compras de aço apresentaram queda de 14,2% em abril no comparativo com o mesmo período de 2018, chegando a 226,3 mil toneladas. Com relação a março, o recuo foi de 17,2%.

As importações também apresentaram queda de 6,8% em relação a abril de 2018, chegando a 91,1 mil toneladas.

Com isso, os estoques em abril ficaram em 814,1 mil toneladas, queda de 4,6% no comparativo com março. O giro dos estoques fechou em 3,1 meses.

De acordo com informações do Inda, a perspectiva para este ano é que a compra e venda tenham uma queda de 5%.

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Aço sem reajuste

Valor Econômico 24/04/2019

As siderúrgicas brasileiras não devem imprimir novo aumento no preço do aço neste semestre. A opinião é o do presidente executivo do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda), Carlos Jorge Loureiro. Ele não vê espaço no mercado interno para mais aumentos de preços da tonelada de aços planos neste primeiro semestre.

Segundo Loureiro, o que pode travar o reajuste é justamente a busca intensa por participação de mercado das siderúrgicas. Entretanto, os preços internacionais podem crescer US$ 20 a US$ 30 em função do aumento dos custos, principalmente minério de ferro e carvão. Além da variação cambial. "O mercado está equilibrado no Brasil. Se houvesse certa disciplina das siderúrgicas, poderiam promover o reajuste. Mas, há excesso de oferta e elas (siderúrgicas) estão preocupadas em manter o 'market share'. É isso que irá segurar o aumento de preços no país", afirmou. No fim de março e no início deste mês, as siderúrgicas anunciaram reajustes de 10% a 15% nos preços dos aços.

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